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Domingo, 30 DE Maio 2010

História da Nova Zelândia

A Nova Zelândia é um dos pedaços de terra mais recentemente descobertos. Os primeiros povoadores conhecidos foram os polinésios orientais que, de acordo com a maioria dos pesquisadores, chegaram de canoa por volta de 1250-1300 da era cristã. Alguns pesquisadores sugeriram uma onda anterior de chegadas cujas datas remontariam a 50-150 d.C.; esses povos então desapareceram ou deixaram as ilhas. Ao longo dos séculos seguintes, esses colonos desenvolveram uma cultura distinta agora conhecida como māori. A população era dividida em iwi (tribos) e hapū (subtribos), que cooperavam, competiam e às vezes lutavam uns com os outros. Em algum momento um grupo māori migrou para as Ilhas Chatham onde desenvolveram sua distinta cultura moriori.

Os primeiros europeus conhecidos por terem chegado à Nova Zelândia foram o explorador neerlandês Abel Janszoon Tasman e sua tripulação em 1642. Os māoris mataram vários membros da tripulação e os europeus não retornaram à Nova Zelândia até a viagem do explorador britânico James Cook em 1768-71. Cook chegou à Nova Zelândia em 1769 e mapeou quase toda a linha costeira. Depois de Cook, a Nova Zelândia foi visitada por numerosos navios europeus e norte-americanos, destinados ao comércio, à caça de baleias e de leões-marinhos. Os europeus trocavam alimentos e mercadorias, especialmente ferramentas de metal e armas, por madeira, alimentos, artefatos e água māori. Em certas ocasiões, os europeus trocavam mercadorias por sexo.
A batata e a espingarda transformaram a agricultura e as formas de guerra maori, embora a resultante Guerra dos Mosquetes tenha acabado assim que o desequilíbrio de armas entre as tribos fora corrigido. Desde o início do século XIX, missionários cristãos começaram a se estabelecer na Nova Zelândia, afinal convertendo a maioria da população maori, que tinha ficado desiludida com sua fé indígena pela introdução da cultura ocidental.
Em 1769-70, James Cook dá o nome às suas duas principais ilhas. A partir de 1838, o Reino Unido decide organizar a colonização da Nova Zelândia.

Conflitos e desenvolvimento

Concepção de um artista do Tratado de Waitangi.

Os britânicos então impõem a sua soberania aos chefes Maori (Tratado de Waitangi, de 1840) - garantindo-lhes o usufruto das suas terras – enquanto W. Hosbon se torna governador (1841). A colonização, organizada sistematicamente por E. G. Wakefield em detrimento dos autóctones provoca guerras Maoris (1843-1847, 1860-1870). A constituição de 1852, reforçada em 1870, confere à colônia uma grande autonomia. O regresso da paz (1870) e a descoberta do ouro (1861) proporcionam à Nova Zelândia a prosperidade. A economia orienta-se para a extensa criação e exportação maciça de carne, de lã e de produtos lácteos para a Europa. A recessão dos anos 1880 e a instauração do sufrágio universal (1889) favorecem a ascensão ao poder do partido liberal. A era liberal (1891-1912) é caracterizada por uma clara democratização da vida política, pelo desenvolvimento do sindicalismo e pela aplicação de uma legislação social avançada. Em 1907, a Nova Zelândia torna-se independente.


Política Da Nova Zelândia

A Nova Zelândia é uma democracia parlamentar independente. O país é oficialmente uma monarquia constitucional, do qual o Chefe de Estado titular é a rainha Elisabeth da Inglaterra, que é representada pela Governadora-Geral, Silvia Cartwright.
Historicamente, a Nova Zelândia seguiu o sistema "Westminster" britânico de governo parlamentar, mas já não há uma câmara alta, desde a abolição do Conselho Legislativo, um corpo não-eleito, no 1951. O Parlamento, que se reúne nos Prédios do Parlamento da Nova Zelândia em Wellington, é agora composto somente da Câmara dos Representantes, que é composta por 120 membros eleitos por um sistema de representação proporcional desde o 1996.
Neste sistema, há 65 membros que representam distritos eleitorais, dos quais cinco são reservados para a população Maori, e os outros são seleccionados de listas de candidatos dos partidos, para produzir um resultado proporcional. Uma consequência do novo sistema é que os partidos maiores precisam o apoio dos partidos menores para formar os governos de coalizão. Dessa Câmara é seleccionado um gabinete executivo de 20 membros, que é dirigido pelo actual primeiro-ministro, John Key, do Partido nacional, de centro-esquerda.
Actualmente, cinco outros partidos têm representação na Câmara.

 

Sociedade

De acordo com os censos de 1996, a população total da Nova Zelândia era de aproximadamente 3,7 milhões de habitantes, compostos por 78% de descendentes de europeus, 13% de nativos Maoris, e 5% de polinésios das ilhas do Pacífico. Além disso, há uma minoria que descende de chineses (1,3%) e hindus (1%). Atualmente, a população ocidental tende a decrescer, enquanto as restantes etnias ganham peso demográfico. Embora nos últimos anos as imigrações tenham diminuído devido às duras condições econômicas, ultimamente a Nova Zelândia tem recebido novas ondas de imigração, especialmente da Ásia e das ilhas da Polinésia
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Econômia


Nova Zelândia é um país moderno e industrializado. As principais indústrias exportadoras são a agricultura, a horticultura, a pesca e a silvicultura. Este país possui ainda substanciais indústrias transformadoras, turismo e serviços. Além disso, o país é grande produtor de kiwi e uva. Produz também, em grande quantidade, lã, estando entre os 10 maiores produtores mundiais. O país também produz um dos melhores vinhos do mundo. A moeda oficial é o Dólar Neozelandês. A Nova Zelândia tem uma economia competitiva em nível internacional orientada para o mercado. Muita importância tem sido dada ao comércio internacional, com os bens e serviços exportados que representam um terço da produção total. Um ambiente político estável, força de trabalho instruída e a baixa corrupção fazem da Nova Zelândia um lugar fácil onde fazer negócios, além de terem uma aliança com a Austrália em sua economia, a Anzcerta: acordo comercial sobre as relações Econômicas entre Austrália e Nova Zelândia, planejado em 1985 para criar uma área de livre comércio entre os dois países.

publicado por 7º Ano - Soledade às 20:57

 

A História da Elováquia

 

O território correspondente à atual Eslováquia começou a ser colonizado pelos celtas por volta de 450 a.C. Estes construíram oppida nos sítios onde hoje se encontram Bratislava e Havránok. O primeiro uso da escrita na Eslováquia está registrado em moedas de prata com o nome de reis celtas. A partir de 2 d.C., o Império Romano, em expansão, ergueu e manteve uma série de postos militares próximo a e imediatamente ao norte do Danúbio, dos quais se destacam os maiores, como Vindobona, Carnuntum e Brigetio. No acampamento de inverno de Laugarício (atual Trenčín, perto do 'Limes romanus, os auxiliares da II legião romana Legião venceram uma batalha decisiva contra os quados germânicos em 179, durante as guerras marcomanas. Alguns reinos e tribos germanos e celtas estabeleceram-se no oeste e no centro do que é hoje a Eslováquia entre 8 a.C. e 179, principalmente suevos, osi e cotini. Os eslavos ocuparam o território no século V. No século VII, o oeste da atual Eslováquia passou a ser o centro do Império de Samo. Um Estado eslavo, conhecido como Principado de Nitra, surgiu no século VIII e seu governante, Pribina, consagrou a primeira igreja cipado formou o cerne do Grande Império Morávio. O ênite do império eslavóico foi atingido com a chegada dos são Santos Cirilo e são Metódio em 863, durante o reinado do Príncipe Rastislav, e com a expansão territorial empreendida pelo Rei Svatopluk I.
Após a desintegração do Grande Império Morávio no início do século X, os magiares anexaram gradualmente o território da atual Eslováquia. No final daquele século, o sudoeste da região foi integrado a um cada vez mais forte Principado da Hungria, que se tornou o Reino da Hungria após 1000. A maior parte da Eslováquia estava incorporada ao Reino da Hungria por volta de 1100 e sua região nordeste, por volta de 1300. Ao longo de quase dois séculos, o território foi governado de modo autónomo, com o nome Principado de Nitra, dentro do Reino da Hungria. Surgiram assentamentos eslovacos no norte e no sudeste da atual Hungria. A composição étnica diversificou-se com a chegada dos alemães dos Cárpatos, no século XIII, e dos valáquios, no século XIV, ademais dos judeus.
A invasão mongol de 1241 resultou numa enorme perda populacional e fome. Não obstante, durante a Idade Média a região caracterizava-se por cidades florescentes, pela construção de diversos castelos de pedra e pelo desenvolvimento artístico. Em 1465, o Rei Matias Corvino fundou a primeira universidade do que é hoje a cidade de Bratislava; a universidade foi fechada em 1490, após a morte do monarca.
Com a expansão do Império Otomano em território húngaro e a ocupação de Buda no início do século XVI, a capital do Reino da Hungria (com o nome de Hungria Real) transferiu-se para Pressburg (a atual Bratislava) em 1536. Mas as guerras com os otomanos e as freqüentes revoltas contra a Monarquia dos Habsburgos também causaram destruição, em especial nas áreas rurais. A importância da região diminuiu quando os turcos saíram da Hungria no século XVIII, embora Pressburg mantivesse sua posição como capital do reino até 1848, quando o governo foi transferido para Budapeste.

Ľudovít Štúr.

 

Durante a revolução de 1848-9, os eslovacos apoiaram o imperador austríaco, com a intenção de desligar-se da Hungria (então parte do Império Austríaco), no que não lograram sucesso. Durante a Monarquia Austro-Húngara (1867-1918), o governo húngaro impôs um processo de "magiarização" à população eslovaca.
Em 1918, a Eslováquia, juntamente com a Boémia e a Morávia, formaram um Estado único, a Checoslováquia, cujas fronteiras foram confirmadas pelos tratados de Saint Germain e de Trianon. Em 1919, durante o caos resultante da fragmentação da Áustria-Hungria, a Eslováquia foi atacada pela República Soviética da Hungria e um terço do território eslovaco tornou-se temporariamente a República Soviética da Eslováquia.

Milan Rastislav Štefánik.

 

Durante o período entre-guerras, a democrática e próspera Checoslováquia esteve sob contínua pressão dos governos revisionistas da Alemanha e da Hungria, até ser desmembrada em 1939, como resultado do Acordo de Munique celebrado no ano anterior. O sul da Eslováquia foi entregue à Hungria nos termos do Primeiro Laudo Arbitral de Viena.
Sob pressão da Alemanha Nazi, a Primeira República Eslovaca, chefiada pelo fascista Jozef Tiso, declarou-se independente da Checoslováquia em 1939. Aos poucos, o governo tornou-se um regime fantoche da Alemanha. Um movimento de resistência aos nazis lançou-se numa feroz revolta armada em 1944. Seguiu-se uma sangrenta ocupação alemã e uma guerra de guerrilha. A maioria dos judeus foi deportada e desapareceu nos campos de concentração alemães durante o Holocausto.
Após a Segunda Guerra Mundial, a Checoslováquia foi restabelecida e Jozef Tiso, enforcado em 1947, por colaborar com o nazismo. Mais de 76 000 húngaros[3] e 32 mil alemães[4] foram obrigados a abandonar a Eslováquia, numa série de transferências de populações definida pelos Aliados na Conferência de Potsdam.[5] Esta expulsão ainda é fonte de tensão entre a Eslováquia e a Hungria.[6]
A Checoslováquia passou à órbita de influência da União Soviética após um golpe em 1948. O país foi ocupado pelas forças do Pacto de Varsóvia em 1968, pondo fim a um período de liberalização (a Primavera de Praga) sob a chefia de Alexander Dubček. Em 1969, a Checoslováquia tornou-se uma federação da República Socialista Checa e da República Socialista Eslovaca.
Ao fim do regime comunista na Checoslováquia em 1989, durante a pacífica Revolução de Veludo, seguiu-se novamente a dissolução do país, desta vez em dois Estados sucessores. Em julho de 1992, a Eslováquia, chefiada pelo primeiro-ministro Vladimír Mečiar, declarou-se um Estado soberano, fazendo com que suas leis passassem a ter precedência sobre as do governo federal. Ao longo do outono de 1992, Mečiar e o primeiro-ministro checo Václav Klaus negociaram os detalhes da dissociação da Checoslováquia. Em novembro, o parlamento federal aprovou oficialmente a dissolução do país a partir de 31 de dezembro de 1992. A Eslováquia e a República Checa tornaram-se assim independentes em 1 de janeiro de 1993, um evento por vezes chamado de Divórcio de Veludo. A Eslováquia continuou a ser uma parceira próxima da República Checa e outros países do Grupo de Visegrád e foi admitida na União Européia em maio de 2004.

Economia da Eslováquia

 

 

A Eslováquia é uma economia de porte médio que passou por uma difícil transição do planejamento centralizado para uma moderna economia de mercado. As grandes privatizações já foram quase totalmente empreendidas, inclusive no setor bancário, e o investimento estrangeiro acelerou-se.
O país caracteriza-se por uma alta e sustentada taxa de crescimento econômico. Em 2006, a Eslováquia atingiu a maior taxa de crescimento do PIB (8,9%) dentre os membros da OCDE. Estima-se que o crescimento anual do PIB e da Eslováquia 2007 chegue a 10,4%, com um nível recorde de 14,3% no quarto trimestre.
O desemprego, que alcançou 19,2% no final de 2001, caiu para 8,9% em março de 2007,[8] devido não apenas ao crescimento econômico, mas também à migração de trabalhadores para outros países da UE. A taxa de desemprego ainda é uma das mais altas da UE.

Sede do Banco Nacional da Eslováquia em Bratislava.

 

A inflação caiu de uma média anual e 12% em 2000 para 3,3% em 2002, mas voltou a subir em 2003-2004 devido ao aumento de impostos e dos preços controlados. Em 2005, chegou a 3,7%.
Os principais atractivos para o investimento estrangeiro no país incluem o baixo custo da mão-de-obra, os impostos baixos e o bom nível educacional dos trabalhadores. Nos últimos anos, a Eslováquia tem incentivado a entrada de investimento estrangeiro direto, que cresceu mais de 600% desde 2000 e acumulou um total de 17,3 mil milhões de dólares em 2006.
Cerca de 66% do PIB eslovaco são gerados pelo setor de serviços, 28,7% pela indústria (em especial nas áreas automotiva, eletrônica, de engenharia mecânica, engenharia química e tecnologia da informação) e apenas 3,4% pela agricultura (dados de 2005). Cerca de 40% do território eslodvaco é cultivado. As principais culturas incluem trigo, centeio, batata, beterraba, frutas e girassóis.
Os principais parceiros comerciais do país são a Alemanha, a República Checa, a Rússia, a Áustria, e Polónia e a Hungria.
A 1 de Janeiro de 2009, a Eslováquia entrou oficialmente na Zona Euro tendo adoptado como moeada oficial, o euro; tornando-se assim no 16.º país a entrar na área econômica.

 

Política Da Eslováquia


A Eslováquia é uma república e uma democracia parlamentarista com um sistema multipartidário. As últimas eleições legislativas ocorreram em 17 de junho de 2006 e as eleições presidenciais, em 3 de abril e 17 de abril de 2004, em dois turnos.
O chefe de Estado é o presidente (atualmente Ivan Gašparovič, 2004 - 2009), eleito pelo voto popular direto para um mandato de cinco anos. O poder Executivo compete quase por completo ao chefe de Governo, na pessoa do primeiro-ministro (Robert Fico, 2006 - 2010), que costuma ser o chefe do partido majoritário no parlamento, embora por vezes seja necessário formar uma coalizão majoritária. O primeiro-ministro é nomeado pelo presidente e os demais membros do gabinete, pelo presidente por recomendação do primeiro-ministro.
O poder Legislativo eslovaco incumbe ao Conselho Nacional da República Eslovaca (Národná rada Slovenskej republiky), cujos integrantes são eleitos para mandatos de quatro anos pelo sistema da representação proporcional. A mais alta corte do poder Judiciário eslovaco é a Corte Constitucional (Ústavný súd), que julga questões de matéria constitucional e é formada por 13 juízes, nomeados pelo presidente a partir de uma lista de candidatos apresentada pelo parlamento.
A Eslováquia integra a União Européia desde 1 de maio de 2004 e a OTAN, desde 29 de março de 2004. O país também é membro da ONU, OMC, OCDE, OSCE e outras organizações internacionais.

 

Sociedade da Eslováquia

 

 

 

A maioria dos habitantes da Eslováquia é etnicamente eslovaca (86%). Os húngaros são a maior minoria étnica (10%) e estão concentrados nas zonas sul e leste do país. Na população estão presentes outros grupos étnicos, como os rom, os checos, os ruténios, os ucranianos,os austríacos, os alemães e os polacos. A percentagem de rom é de 1,7%, de acordo com o último censo (baseado na auto-definição dos inquiridos), mas de cerca de 5,6% com base em entrevistas com representantes municipais e presidentes de câmara (ou seja: com base na definição do resto da população). Note, no entanto, que no caso de ser verdadeira a percentagem de 5,6%, as percentagens de húngaros e eslovacos acima são reduzidas em 4 pontos percentuais.
A constituição eslovaca garante liberdade religiosa. A maioria dos cidadãos eslovacos (60,3%) pratica o catolicismo de rito latino. O segundo maior grupo considera-se ateísta (9,7%). Cerca de 8,4% são protestantes, 4,1% são greco-católicos (isto é, católicos de rito oriental) e cerca de 0,9% são ortodoxos. Da população de judeus que se estimava em 120 000 antes da Segunda Guerra Mundial, restam cerca de 2 300. A língua oficial é o eslovaco, língua pertencente às línguas eslavas, mas o húngaro também é muito falado no sul e desfruta de estatuto de co-oficialidade em algumas regiões.

 


publicado por 7º Ano - Soledade às 20:17

Desenvolvimento Econômico da Itália!


Enquanto o norte do país é considerado uma das regiões mais prósperas da Europa, constrasta violentamente com sul, área chamada de Mezzogiorno, subdesenvolvido, agrário, pouco industrializado, além de possuir alto índice de criminalidade em função das atividades da Máfia. O desempenho econômico da Itália tem sido muito fraco em relação a seus vizinhos europeus, com tímido crescimento econômico. Outro problema enfrentado é o alto déficil público, sendo um dos PIIGS ( sigla acadêmica em inglês utilizada para descrever os seguintes países da Zona do Euro que enfrentam fortes problemas com relação ao déficit público e fraco desempenho econômico: Portugal, Irlanda, Itália, Grécia e Espanha).

 

 

Desenvolvimento Econômico do Paraguai!

 

Nota de 100.000 guaranis de 2004.

 

A economia paraguaia baseia-se em produtos agropecuários e florestais, que representam 75% das exportações. Entre os recursos agrícolas destacam-se a cana-de-açúcar, o algodão, a soja e o tabaco. O país também produz cereais, milho, erva-mate e mandioca, base tradicional da alimentação dos habitantes. A pecuária é muito desenvolvida. Em ordem de importância, conta com a criação de bovinos, suínos e ovinos.

Exporta eletricidade — os rendimentos cobrem as importações de petróleo. O país é auto-suficiente em trigo e em outras matérias-primas alimentícias. Grande dependência da agricultura (a atividade responde por 50% do PIB e 90% das exportações). Poucos minérios. Totalmente cercado de terra e dependente do crescimento dos vizinhos.

O país carece de uma economia formal estabelecida e boa parte de seu comércio é informal. A política econômica não é estruturada, e a prática do comércio ilegal, como a pirataria e o contrabando são visto como banais pela maior parte da população ativa, já que os interesses da economia privada praticamente são nulos.


Desenvolvimento Econômico Nova Zelândia!

A Nova Zelândia tem uma economia competitiva em nível internacional orientada para o mercado. Muita importância tem sido dada ao comércio internacional, com os bens e serviços exportados que representam um terço da produção total. Um ambiente político estável, força de trabalho instruída e a baixa corrupção fazem da Nova Zelândia um lugar fácil onde fazer negócios, além de terem uma aliança com a Austrália em sua economia, a Anzcerta: acordo comercial sobre as relações Econômicas entre Austrália e Nova Zelândia, planejado em 1985 para criar uma área de livre comércio entre os dois países.

Desenvolvimento Econômico da Eslováquia!

 


Uma das moedas eslovacas do euro.

A Eslováquia é uma economia de porte médio que passou por uma difícil transição do planejamento centralizado para uma moderna economia de mercado. As grandes privatizações já foram quase totalmente empreendidas, inclusive no setor bancário, e o investimento estrangeiro acelerou-se.

O país caracteriza-se por uma alta e sustentada taxa de crescimento econômico. Em 2006, a Eslováquia atingiu a maior taxa de crescimento do PIB (8,9%) dentre os membros da OCDE. Estima-se que o crescimento anual do PIB em 2007 chegue a 10,4%, com um nível recorde de 14,3% no quarto trimestre.

 

 

Taxas de:

 

PAÍSES :                            DESEMPREGO:              ANALFABETISMO:



Nova Zelândia- 4,2%                    1%
Eslováquia-                  8,9%                   1%
Paraguai-                   11,4% 5,6%
Itália-                      6,7%                   1,5%

 



publicado por 7º Ano - Soledade às 19:37

GEOGRAFIA DA ÁFRICA DO SUL.

 

A África do Sul está localizada no extremo sul do continente africano, com uma região costeira que se estende por mais de 2500 km, sendo também banhada por dois oceanos (Atlântico e Índico). Com uma extensão territorial de 1 219 912 km². O país é o 25.º maior do mundo em área.

A África do Sul tem uma paisagem variada. Na parte ocidental, estende-se um grande planalto composto em parte por deserto e em parte por pastagens e savanas, cortado pelo curso do rio Orange e do seu principal afluente, o Vaal. A sul, erguem-se as cordilheiras do Karoo e, a leste, o Drakensberg, a maior cadeia montanhosa da África meridional. A norte, o curso do rio Limpopo serve de fronteira com o Botsuana e o Zimbabué.

O clima varia entre uma pequena zona de clima mediterrânico, no extremo sul, na região do Cabo, a desértico a noroeste. No Drakensberg há áreas com clima de montanha.

A maior cidade é Joanesburgo. A Cidade do Cabo, Durban, Bloemfontein e Pretória são outras cidades importantes. A administração oficial (governo, tribunais, presidência e parlamento) encontra-se dispersa por Pretória, Cidade do Cabo, Joanesburgo e Bloemfontein.

publicado por 7º Ano - Soledade às 19:35

 

GEOGRAFIA DA ITÁLIA

 

A maior parte da Itália está localizada na Península Itálica, no continente europeu, e onde dois enclaves independentes estão localizados: a República de San Marino e o Vaticano. As ilhas de Sicília, Sardenha e Elba também fazem parte da Itália.
A Itália limita-se ao norte com Suíça e com Áustria, a leste com a Eslovénia, com o Mar Adriático (através do qual contacta também com a Croácia, Montenegro, Albânia), e com o Mar Jónico, que a separa da Grécia. A Itália limita-se a sul com o Mar Mediterrâneo (incluindo o Canal de Malta que separa a Sicília de Malta), com o Mar Tirreno e com o Mar da Ligúria (ambos separando o território peninsular das ilhas da Sicília e Sardenha e da ilha francesa da Córsega). Finalmente, a Itália limita-se ao oeste com a França.
O terreno italiano é bastante acidentado, com os Apeninos formando o esqueleto central da península. O ponto mais alto do Itália é o Monte Branco, com seus 4810 metros, mas dois vulcões estão mais associados com o país: o Monte Etna, na Sicília, e o Monte Vesúvio, perto de Nápoles.
limitada a norte pelos Alpes e ladeado a oeste pelo Mar Tirreno e a este pelo Adriático. Itália é, além de por uma península, constituída por várias ilhas, das quais a Sicília e a Sardenha são as maiores. O território italiano tem uma superfície de 301.401 km², com um comprimento máximo de 1.300 km, e uma largura de 600 km. O ponto mais alto da Itália é o Monte Branco.

Neve na cidade da Pavia, no norte da Itália.

 

O clima da Itália varia de região para região. O norte da Itália (Milão, Turim e Bolonha) tem um clima continental, quando ao sul de Florença apresenta o clima mediterrânico, com verões tipicamente secos e ensolarados. O clima das áreas litorâneas da península é muito diferente do interior, particularmente nos meses de inverno. As áreas mais elevadas são frias, úmidas e frequentemente recebem a precipitação de neve. As regiões litorâneas têm um clima mediterrâneo típico com invernos amenos e verões quentes, geralmente secos. Há diferenças notáveis nas temperaturas, sobretudo durante o inverno: em certos dias em Dezembro ou Janeiro pode nevar em Milão a -2 °C, enquanto em Nápoles as temperaturas estão em +12 °C. Certas manhãs, em Turim pode amanhecer com -12 °C, quando ao mesmo tempo Roma se encontra com +6 °C e Reggio Calabria +10 °C. No verão a diferença é mais clara, a costa leste não está tão úmida como a costa ocidental, mas no inverno está geralmente mais fria.
Também a altitude influencia fortemente o clima e as temperaturas médias. Cidades meridionais como Potenza (na Basilicata), Campobasso (no Molise) ou Enna (na Sicília) têm invernos rigorosos e temperaturas médias bastante inferiores a outras localidades costeiras das mesmas regiões. Nos Apeninos neva regularmente durante o inverno. Geralmente o mês mais quente é agosto no sul, e julho no norte. Nesses meses os termômetros podem marcar 42 °C no sul e 33 °C no norte. O mês mais frio é janeiro, com médias no Vale do Rio Pó de 0 °C, Florença 5 °C, Roma 8 °C. Mas as mínimas podem chegar a -14 °C no Vale do Rio Pó, -5 °C em Florença, -4 °C em Roma, -2° em Nápoles e em Palermo +1 °C.


Nova Zelândia

 

A Nova Zelândia é composta por duas ilhas principais, a Ilha Norte e a Ilha Sul, e numerosas pequenas ilhas, algumas das quais bastante longínquas. A área total é de 268.680 km², um pouco menor que a Itália ou o Japão, e um pouco maior que o Reino Unido. O país estende-se por mais de 1600 quilômetros ao longo do seu eixo principal norte-nordeste com cerca de 15.134 km de litoral.
A Ilha Sul é a maior massa de terra e está dividida ao longo do seu comprimento pelos Alpes do Sul, cujo maior pico é o Monte Cook com 3.754 metros. Na Ilha Sul há dezoito picos com mais de 3.000 metros de altitude. A Ilha Norte é menos montanhosa do que a Sul mas está marcada por vulcanismo. Na Ilha Norte, a montanha mais alta, Ruapehu (2.797 metros) é um cone vulcânico activo. A Ilha Stewart é a menor e a mais meridional de todo o país, e possui uma área um pouco maior que o município de São Paulo, no Brasil.



O Monte Cook é a maior montanha da Nova Zelândia.

 

O clima é ameno, com temperaturas raramente inferiores a 0 °C ou superiores a 30 °C. A temperatura média diária em Wellington, a capital, localizada no centro do país, é de 5,9 °C no Inverno e 20,3 °C no Verão.
Muito afastada das terras mais próximas, a Nova Zelândia é, entre as massas de terra de dimensões consideráveis do planeta, aquela que está mais isolada. Os seus vizinhos mais próximos são a Austrália, para noroeste, e a Nova Caledónia, Fiji e Tonga, para norte.


Paraguai

O Paraguai é limitado pela Bolívia a norte e noroeste, o Brasil a leste e nordeste, e a Argentina a sudeste, sul e oeste. Assunção está localizada na margem oriental do rio Paraguai, em frente à boca do seu afluente ocidental primário, o rio Pilcomayo. O rio Paraguai, que corre do norte ao sul, divide o Paraguai em duas regiões geográficas distintas — a Región Oriental (Região Oriental) e a Región Ocidental (Região Ocidental), também chamado o Chaco Boreal.
O Paraguai apresenta três regiões geográficas diferenciadas: o Gran Chaco, o campo e a floresta.
O Chaco é uma extensa planície a oeste do país. Compartilhado com Bolívia e Argentina, caracteriza-se pelo declínio gradual da altitude de noroeste para sudeste. É coberta de pântanos e as inundações são frequentes na época de chuvas.
O campo ocupa a região central. É formado por morros e vales de serras férteis. As formações vegetais típicas são a savana, as matas de galeria e a vegetação de pântano.
A área de floresta localiza-se em uma planície acidentada. É recortada por morros de baixa altitude — atingem cerca de 700 mm anuais nas cordilheiras de Amambay e Mbaracayú, ambas na fronteira com o Brasil.
A rede hidrográfica tem grande importância para o país. É formada pelos rios Paraná e Paraguai, que delimitam a fronteira natural com o Brasil; pelo Pilcomayo, que nasce na Bolívia e é afluente do Paraguai; e pelos lagos Ypoá, Ypacaraí e Verá.
O clima varia entre o tropical e o subtropical, com temperaturas elevadas e chuvas abundantes durante boa parte do ano. O ponto mais alto do Paraguai é o Cerro San Rafael.

Eslováquia

A paisagem eslovaca é digna de nota em especial pela sua natureza montanhosa, com os montes Cárpatos a desenrolarem-se ao longo da maior parte da metade norte do país. É nos Cárpatos que se situam os elevados picos dos montes Tatra, um destino popular para a prática de ski e também zona de muitos lagos e vales espectaculares, além de albergarem o ponto mais alto da Eslováquia: o Gerlachovský štít, com 2655 m.
Existem terras baixas nas extremidades sudoeste (nas margens do Danúbio e sudeste da Eslováquia. Os rios principais, além do Danúbio, são o Váh e o Hron.
O clima é temperado, com verões relativamente frescos e invernos frios, enevoados e úmidos.

 

Fatores climáticos
A Eslováquia tem um clima continental com leve influencia marinhas no sul e oeste. Entre a Primavera e o Outono, há condições de clima relativamente ameno, mas chuvoso. Especialmente duras são os invernos com freqüentes eventos de neve. No nordeste do país, os invernos são muito duras, em algumas áreas montanhosas, a neve permanece durante cerca de 130 dias por ano. A temperatura média inverno é -2°C, os meses mais frios é Janeiro e a área mais frias do país é as montanhas Tatra; no verão a temperatura média é de 21°C, o mese mais quente é Agosto e a zona mais quente do país é a planície do Danúbio.
Nas montanhas investidas pelos ventos do Atlântico, a precipitação é abundante, superando os 1.000 milímetros anuais; os montes Tatra tem a maior precipitação pluviométrica (1.500 mm), enquanto para o Danúbio tem condições acentuada secura com uma precipitação média anual abaixo 500 mm.
Bratislava tem um clima continental, com quatro distintas estações. O clima é ventoso com marcadas diferenças entre o quente verão e o frio inverno. O mês mais frio é janeiro (temperatura mínima -3°C, temperatura máxima 2°C), o mês mais quente é julho (temperatura mínima 14°C, temperatura máxima 26°C). A média de precipitação anual varia entre 530 e 650 mm, os meses mais chuvosos são entre junho e agosto.

 

Vegetação
A flora da Eslováquia é rica em espécies de plantas, devido ao clima ameno e a geologia diversificada. As florestas ocupam cerca de 40% do território nacional. Com o aumento da altitude ocorrem mudanças significativas na vegetação, a qual cria uma fase de crescimento vertical.
Vegetação nas montanhas: A vegetação das montanhas possue várias subdivisões.
Acima de 1000 m de altitude encontradas as florestas de coníferas. As coníferas são representadas por: pinheiro negro , Limba , feijão, zona de pinheiros anões. Acima dessa área, ocorre apenas um matagal. Floração e e vegetação arbustiva sobre íngremes encostas rochosas de calcário. Acima dessa área são apenas pedras cobertas de musgo. A freqüência de ocorrência da vegetação diminui com a altitude.
Existe ainda a vegetação que não sofre influência direta da altitude, são os salgueiros e choupos que servem de mata cíliar para o rio Danúbio por exemplo.
Vegetação das áreas mais baixas: Na sua grande maioria é composta por florestas de carpa-carvalho (carvalho, Tilia cordata, vidoeiro, avelã.)
De 250 a 300 m acima do nível do mar é possível encotrar principalmente sabugueiro , ligustro , hera , espinheiro-alvar , e outros.
Nas planícies a intervenção humana ocorreu de maneira mais profunda. O homem plantou arvores frutíferas tais como: maçã, pêra, ameixa, cereja, azeda, damasco, pêssego, groselha e também flores: rosas, narcisos e tulipas. Nas encostas ensolaradas do sopé da montanha são encontradas vinhas.

Relevo

A paisagem eslovaca é digna de nota em especial pela sua natureza montanhosa, com os montes Cárpatos a desenrolarem-se ao longo da maior parte da metade norte do país. É nos Cárpatos que se situam os elevados picos dos montes Tatra, um destino popular para a prática de ski e também zona de muitos lagos e vales espectaculares, além de albergarem o ponto mais alto da Eslováquia: o Gerlachovský štít, com 2655 m. Existem terras baixas nas extremidades sudoeste (nas margens do Danúbio) e sudeste da Eslováquia. Os rios principais, além do Danúbio, são o Váh e o Hron.

 

 

FUSOS HORÁRIOS DOS SEGUINTES PAÍSES:

 

Nova Zelândia:

+16 hs em relação à Brasília.

 

Itália:

-1 hs em relação à Brasília.

 

Eslováquia:

+5 hs em relação à Brasília.

 

Paraguai:

+4 hs em relação à Brasília.

 

África do Sul:

+5 hs em relação à Brasília.

publicado por 7º Ano - Soledade às 18:47

Religião Predominante da:


Itália - catolicismo romano 87,8

Paraguai - catolicismo 89,6

Eslováquia - cristianismo 72,3
Nova Zelândia - cristianismo 56,3

 

 

HÁBITOS E COSTUMES RELIGIOSOS DA ESLOVÁQUIA:

 

 

Eslováquia, um país no centro da Europa, predestinado pela sua posição geográfica a se transformar num cruzamento de várias culturas e rotas comerciais. No vale do Danúbio, os Eslavos antigos encontraram outros povos cujos elementos culturais conseguiram assimilar depressa.
Assim do núcleo da cultura paleoslava, surgiu e evoluiu a arte popular eslovaca impressionante pela sua variedade e estruturação, abrangendo cantigas populares, danças, música popular instrumental, expressão oral, materializada nas lendas, provérbios, contos populares e noutros artefatos materiais, feitos de madeira, tecido, couro, pedra, barro, vidro e cornos de animais. Os valores assim produzidos que se conservaram até hoje servem de testemunha dos vários períodos históricos pelos quais passou o nosso povo e ao mesmo tempo são a expressão das atitudes morais e estéticas do povo, cuja herança merece a admiração pela sua autêntica e única beleza.
Esta cultura material tem se formado nas condições modestas da vida cotidiana tendo sido protegida pelo povo durante os períodos de guerra e catástrofes da natureza, e assim ficou conservada para as futuras gerações.
O essencial é que a cultura popular do povo eslovaco ainda hoje continua a fazendo parte integrante da sociedade moderna. Eslováquia é um dos países da Europa Central cujo povo tem conservado até aos meados do século vinte o seu traje tradicional. Ainda hoje podemos ver as pessoas vestidas de maneira tradicional sobretudo nas ocasiões especiais, festas populares, etc.
O interesse cada vez mais forte pelo movimento folclórico na segunda metade do século XX, reanimou o traje popular e também as suas formas estilizadas.
A característica predominante da decoração deste tipo de traje é o bordado típico que tem criado, durante séculos, as variedades regionais muito específicas.

Nos finais do século XX, o traje tradicional eslovaco representa um mosaico composto de mais do que 60 tipos regionais.
Na região de Kysuce mantinham-se as formas originais de trajes decorados com bordado em forma de cruz, nos arredores de Cicmany e Trencianska Teplá as formas antigas de bordado foram combinadas com um tipo de bordado renascentista característico pelos seus motivos vegetais e geométricos.
Nos arredores de Tmava o ponto alto da arte do bordado está representado pelo bordado em prata e ouro, a cidade de Pieštany é famosa pelo bordado tipo Biedenneier (madeira).
Na Eslováquia Central o mais interessante é o bordado com motivos de flores e plantas de Detva, feitas com uma antiga técnica com agulha torta, proveniente do Oriente. Faz parte do traje masculino composto de camisa curta e um cinto grosso decorado com os cravos metálicos.

Na região de Horehronie foi desenvolvido um tipo muito fino de bordado em cruz com motivos geométricos que mais tarde evoluiu para uma ornamentação naturalista com forte preponderância de motivos vegetais (flores).
Na região de Liptov (Važec, Východná), o traje feminino atrai a atenção pela sua decoração específica, consistente em tecido azul decorado com desenhos brancos, feito com uma especial técnica gráfica chamada “modrotlac" (impressão em azul), e bordados vermelhos em forma de flores ou circular.
Muito específico, sobretudo nas montanhas de Altas Tatras e Orava é o chamado traje tipo,,goralský" (aldeias de Ždiar, Ostuffla, Lendak), com vestido feminino colorido e decoração de corda no traje masculino, sobretudo nos casacos de pele. O que é típico também, é o chapeuzinho masculino decorado com fitas, pequenas conchas e uma pena de águia.

Na Eslováquia Oriental não podemos omitir o traje feminino de Spiš (cidade de Levoca), com o seu típico avental de lã de ovelha e coifa rendada.
É o Museu Nacional de Martin que dispõe duma exposição completa de trajes regionais, e também nos museus regionais podemos admirar a beleza dos trajes-locais. Também durante as festas populares, romarias e peregrinações temos a oportunidade de admirar os trajes da Eslováquia Ocidental - Cicmany, Pieštany, Myjava, Tmava, Liptov, Važec, Vychodná, Detva, Zvolen, Orava, Ždiar, etc.

Os centros de bordado mais conhecidos: Cicmany, Detva. Krupina, Cataj, Šoporna, região de Horehronie - Polomka, Helpa, Šumiac, Pohorelá.

 

 

 

Arquitetura Popular religiosa da Eslováquia:

Os monumentos arquitetônicos da Eslováquia correspondem ao caráter do nosso país. Representam a união harmoniosa da arquitetura popular com a natureza. As construções mais antigas eram feitas de vime e cobertas de lama. Este tipo de construção encontramos nas regiões com a mais antiga colonização eslava - no sul e sudoeste da Eslováquia atual, na planície da Eslováquia de Leste, assim como nas bacias hidrográficas dos rios. Casas de dois andares podemos encontrar na cidade de Myjava, Eslováquia Ocidental, assim como as casas “habanas” denominadas segundo o povo que as construía.

Nas partes setentrionais do país ainda hoje podemos achar os restos das aldeias antigas com grande densidade de casas de madeira. São sobretudo as regiões de Orava, Liptov, Kysuce, Horehronie, Spiš e a parte da Eslováquia Central - ao sul da cidade Ružomberok - na aldeia de Vlkolínec - onde encontramos os conjuntos habitacionais praticamente intactos deste tipo de arquitetura de madeira. É precisamente a aldeia Vlkolínec que faz parte do Patrimônio Mundial do UNESCO. Na aldeia Cicmany, situada ao sul da cidade de Žilina podemos admirar a decoração original das fachadas das casas, feita com cal sobre a madeira escura.

Na Eslováquia do Norte, nas encostas de Belianske Tatry está situada a aldeia de Ždiar. Hoje em dia é a única aldeia agrícola nestas altas montanhas, transformada num hotel original, onde as suas 200 casas fornecem o alojamento aos turistas durante o ano inteiro.

Também a arquitetura sacra de madeira com a sua grandiosidade e originalidade não deixa de atrair o interesse dos turistas. As igrejas de madeira, de excelente qualidade de construção e de original concepção da parte interior são na verdade únicas em toda a Europa. Hoje todas fazem parte do Patrimônio Nacional e são protegidas por lei. A mais antiga destas igrejas católicas - construída no século XV - esta situada na aldeia de Hervartov, perto da cidade de Bardejov. Existem também as igrejas protestantes construídas da mesma maneira mas delas somente cinco sobreviveram até hoje. Pelo contrário, na Eslováquia Oriental podemos admirar cerca de 50 igrejas de madeira ortodoxas e de culto bizantino.

As casas cavadas em rochas das montanhas vulcânicas Štiavnické vrchy, nos arredores da cidade de Štúrovo e Brhlovce na região de Levice - fazendo parte do patrimônio nacional - representam uma das grandes atrações turísticas.

A atmosfera original da aldeia eslovaca foi ressuscitada nos museus da arquitetura popular no ar livre. Encontram-se neles concentradas, num ambiente natural, as casas autênticas construídas de madeira, assim como as suas dependências , igrejas, campanários, moinhos etc.

O maior destes museus - skanzen - que depois de ser concluído, representará 10 -12 regiões mais típicas da Eslováquia, está situado na cidade de Martin, outros encontram-se em Zuberec - Brestová nos arredores de Dolný Kubín, em Vychylovka perto da cidade de Cadca, em Pribylina, na cidade balneária de Bardejov, em Humenné, Stará Lubovna e em Svidník. Estes museus ao ar livre oferecem aos seus visitantes um programa muito rico - o autêntico folclore, artesanato, venda dos produtos nas típicas feiras populares, cozinha tradicional e outras atrações.

 

 

HÁBITOS E COSTUMES RELIGIOSOS DO PARAGUAI:

Entre a cidade argentina de Posadas, a beira do Paraná, Encarnação é o melhor ponto de partida para descobrir a interessante Reducción Jesuíta de Trinidad, a 20 quilmetos do noroeste da cidade. Em San Ignacio de Mini, também há outra importante ruina. Para os amantes do ferrocarril tem uma locomotiva de 1870 na estação. Por último, o Mercado do Ferry oferece outra boa distração. Ali pode-se hospedar em qualquer um dos hotéis colindantes. Esta cidade conecta-se com Posadas mediante uma ponte para pedestres.e alguma coisa pode diferenciar os paraguaios do resto dos habitantes da América do Sul é a sua particular visão do tempo, na que as coisas são tomadas com toda calma. Não desespere se perceber um certo "desenfado", é que os paraguaios são pessoas para os quais o tempo não supõe um conflito essencial.

 

 

 

HÁBITOS E COSTUMES RELIGIOSOS DA NOVA ZELÂNDIA:


Muito da cultura da Nova Zelândia é derivada de raízes européias, sobretudo britânicas, e mais recentemente americanas, sendo a cultura Maõri uma vertente de grande significado na vida pública neozelandesa, além da influência do maior vizinho, a Austrália. O vigor e originalidade das artes em filmes da Nova Zelândia, ópera, música, pintura, teatro, dança, e artes estão alcançando reconhecimento internacional.
É provavelmente devido ao clima ameno e ao baixo número de residentes que o divertimento no exterior é bastante popular entre os neozelandeses.

 

HÁBITOS E COSTUMES RELIGIOSOS DA ITÁLIA:

 

Segundo uma investigação de Eurispes efectuada na o ano 2006 e publicada no Correr della Sera, 87,8% da população declara-se católica e o 36,8%, praticante. Segundo a mesma investigação, reúne-se em missa todos os domingos o 30,8% dos entrevistados entre 18 e 24 anos, em frente ao 22,4% e o 28,5% dos sujeitos entrevistados pertencentes, respectivamente, na faixa de idade entre 24, 34 e 35. A discrepância que há depois do que se declara católico e o de extricta observancia, ainda que é menor com respeito aos outros países da Europa ocidental, é sensível, como indicam as opiniões relativas ao aborto, fecundación assistida e uniões civis.[1]
Os cristãos (católicos, protestantes, ortodoxos, Testemunhas de Jehová, mormones, etc.), na Itália] representam a religião da maioria. Como em muitos países ocidentales, o processo de secularización é crescente, sobretudo entre os jovens, ainda que não falta a presença de movimentos católicos como Ação Católica, a Juventude Franciscana, a AGESCI, Comunión e Libertação e Caminho Neocatecumenal que tentam reverter ou paliar este processo.
Entre as outras confesiones cristãs, no âmbito protestante è dá segnalare il Valdismo, nascido na mesma Itália. Nascido como movimento herético medieval, após a reforma protestante tem absorvido a teología calvinista e é, de facto, diventata l'espressione italiana delle Chiese riformate. A comunidade histórica protestante (veja-se, metodista, luterana e baptista) estão reunidas na Federação de Iglesias Evangélicas na Itália, junto com outros movimentos pentecostales minoritários.
Depois dos novos movimentos religiosos cristãos pode-se encontrar o mormonismo, chegado a Itália no 1950, e as Testemunhas de Jehová que começaram a imprimir a Atalaya, (Torre della Guarda em italiano) nos vales piamonteses já desde 1903. Estes últimos, em particular, são o grupo religioso com maior número de adherentes após a catolicismo, o islão (este último praticado por cerca de 85.000 pessoas), o protestantistismo (cerca de 700.000 membros divididos em multidão de igrejas e confesiones) e a Igreja Ortodoxa (pelo menos 700.000 fiéis). Fortemente seguido pelas igrejas de tipo pentecostal, entre as quais cabe destacar a Assembleia de Deus na Itália, que, com 400.000 fiéis, constitui a organização protestante maior.
A religião mais antiga presente a Itália é o judaísmo, o qual tem uma presença ininterrumpida em Roma desde dantes da chegada do cristianismo. A comunidade judia na Itália]] tem uns 45.000 indivíduos.
Ao longo do século XIX e do século XX difundem-se na Itália outros movimentos, em particular o budismo, hinduismo e sikhismo. Os budistas são uns 110.00, os hinduistas,, uns 75.000 enquanto os sijs giram em torno dos 70.000. Os fiéis das duas primeira religiões estão agrupados na União Buditas Italiana e na União Hinduísta Italiana, oficialmente reconhecidas pelo Estado italiano.
Resta um fenomeno realtivamente nascosto e pouco diffuso quello do Neopaganismo, sebbene c'è chi sustenta Predefinição:Citazione necessaria che ci siano ben 15.000 fedeli a questo gruppo dei religioni in Itália.
O paganismo moderno está presente a particular nas formas wiccana, romana, odinista e druidista. Influente grupo italiano que isgue o neopaganismo romano é o Movimento Tradicional Italiano; entre os grupos odinistas que seguem o neopaganismo o mais importante é, pelo contrário, a Comunidade Odinista.

publicado por 7º Ano - Soledade às 18:18
Quarta-feira, 12 DE Maio 2010

              Países de língua Espanhola !

Os Países que possuem como língua padrão a língua espanhola , são os seguintes abaixo :

Andorra, Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Costa Rica, Cuba, El Salvador, Equador, Espanha, Guatemala, Guiné Equatorial, Honduras, México, Nicarágua, Republica Dominicana, Panamá, Paraguai, Peru, Porto Rico, Uruguai e Venezuela


publicado por 7º Ano - Soledade às 16:47
Domingo, 11 DE Abril 2010

- Cada país tem algo que o torna único, podemos citar então as danças folclóricas que são coisas específicas de um determinado país. Como por exemplo a dança folclórica da Nova Zelândia, que é o Haka. Esta dança é usada para dar boas vindas ou para intimidar os inimigos. A dança folclórica do Paraguai é a Polca, dança de Casais que se originou na Região da Boêmia no século XIX, já a dança da Itália é a Tarantela, uma dança popular e com posição musical caracterizada pela troca rápida de casais. A Dança Popular, é a dança folclórica da Eslováquia que é muito rica pelo ponto de vista de estilo, tipologia, ereportório. Ela está presente na vida da população moderna.

publicado por 7º Ano - Soledade às 21:58

- Cada país tem uma determinada religião que o predomina. Veja abaixo a Religião predominante dos países do grupo F abaixo;

 

Nova Zelândia: Cristianismo 56,3%.

Itália: Catolicismo Romano 87,8%.

Paraguai: Catolicismo 89,6%.

Eslováquia: Cristianismo 85%

publicado por 7º Ano - Soledade às 21:49

Heterossemânticos

 

Heterossemânticos  são palavras que, apesar de serem semelhantes na escrita, têm significados diferentes no espanhol e no português.

 

Exemplos: * Necessito un vaso de água.  (Vaso = copo)

* Hoy he visto un hombre pelado. (Pelado = careca)

* Tengo una escoba. (Escoba = vassoura)

* He comido un jámon con pan y queso. (Jamón = presunto)

* Hizo un cena en la casa de Denis voy exquisito. ( Cena = jantar / Exquisito = bom ou gostoso)

publicado por 7º Ano - Soledade às 21:35
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